RESUMO DO RESUMO

Período Militar 1964 a 1985

– 13 Milhões de empregos
– Petrobrás 75 mil para 750 mil barris diários
– Criação Eletrobrás
– Implantação Programa Nuclear
– Criação Nuclebrás
– Criação da Embraer
– Criação da Telebrás
– Criação Usina Angra 1
– Criação Usina Angra 2
– Criação Implantação Pró – Álcool
– Criação construção grande Usina Tucuruí
– Criação construção Usina Ilha Solteira
– Criação construção Usina Jupiá
– Criação construção Usina Itaipú
-Criação construção Usina Hidroelétrica de Boa Esperança , Rio Parnaíba
– Incremento na exportação de 1,5 bilhões para 37 bilhões
– Rodovias asfaltada de 3 mil km para 45 mil km
– Criação Funrural – aposentadoria e assistência médica p/ trabalho rural
– Criação FGTS – Pis – Pasep
– Criação do Embrapa
– Duplicação rodovia Rio Juiz de Fora
– Implantação do metro São Paulo
– Implantação do metro Rio de Janeiro
– Implantação do metro Belo Horizonte
– Implantação do metro Recife
– Criação Aeroporto Guarulhos – SP
– Criação Aeroporto Galeão – SP
– Criação Aeroporto Brasília
– Criação Aeroporto Campinas
– Criação Aeroporto Salvador
– Criação Aeroporto Manaus
– Criação porto de Itaqui e Terminal de Minério em Maranhão
– Criação BNH – banco Nacional da Habitação
– Criação SFH – Sistema Financeiro de Habitação
– 4 milhões de moradias construídas
– Regulamentação 13º salário
– Redes Ferroviárias de 3 mil para 11 mil km
– Banco da Amazônia – Sudam
– Frota mercante de 1 para 4 milhões TDW
– Corredor de exportações de Vitória Santos, Paranaguá e Rio Grande do Sul
– Matrícula de ensino superior de 100 mil em 1964 para 1,3 milhões em 1981
– Mais de 10 milhões de estudantes nas escolas (que eram realmente escolas)
– Projeto Rondon
– Mobral – Alfabetização de adulto
– Abertura da Transamazônica
– Asfaltamento da rodovia Belém Brasília
– Criação construção ferrovia do Aço Belo Horizonte a Volta Redonda
– Construção Ponte Rio Niterói
– Construção Rodovia Rio Santos BR 101

O brasil passou da 46º economia do mundo para 8º.

BENEFÍCIOS CRIADOS PELO REGIME MILITAR NO BRASIL 1964-1985:

BENEFÍCIOS CRIADOS PELO REGIME MILITAR NO BRASIL 1964-1985:
– Restabelecimento da autoridade e da ordem pública;
– Criação de 13 milhões de empregos;
– A Petrobrás aumentou a produção de 75 mil para 750 mil barris/dia de petróleo;
– Estruturação das grandes construtoras nacionais;
– Crescimento do PIB de 14%;
– Construção de 4 portos e recuperação de outros 20;
– Criação da Eletrobrás;
– Implantação do Programa Nuclear;
– Criação da NUCLEBRÁS e subsidiárias;
– Criação da EMBRATEL e TELEBRÁS (antes, não havia “orelhões” nas ruas nem se falava por telefone entre os Estados);
– Construção das Usinas ANGRA I e ANGRA II;
– Desenvolvimento das INDÚSTRIAS AERONÁUTICA e NAVAL (em 1971 o Brasil foi o 2º maior construtor de navios do mundo);
– Implantação do PRÓ-ÁLCOOL em 1976 (em 1982, 95% dos carros no país rodavam a álcool);
– Construção das maiores hidrelétricas do mundo: TUCURUÍ, ILHA SOLTEIRA, JUPIÁ e ITAIPÚ;
– Brutal incremento das exportações, que cresceram de 1,5 bilhões de dólares para 37 bilhões; o país ficou menos dependente do café, cujo valor das exportações passou de mais de 60% para menos de 20% do total;
– Rede de rodovias asfaltadas, passou de 3 mil para 45 mil km;
– Redução da inflação galopante com a criação da Correção Monetária, sem controle de preços e sem massacre do funcionalismo público;
– Fomento e financiamento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;
– Aumento dos cursos de MESTRADO e DOUTORADO;
– INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM;
– Criação do FUNRURAL, a previdência para os cidadãos do campo;
– Programa de merenda escolar e alimentação do trabalhador;
– Criação do FGTS, PIS, PASEP; (**)
– Criação da EMBRAPA (70 milhões de toneladas de grãos); (**)
– Duplicação da rodovia RIO-JUIZ DE FORA e da VIA DUTRA;
– Criação da EBTU;
– Implementação do Metrô em SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, BELO HORIZONTE, RECIFE e FORTALEZA;
– Criação da INFRAERO, proporcionando a criação e modernização dos aeroportos brasileiros (GALEÃO, GUARULHOS, BRASÍLIA, CONFINS, CAMPINAS – VIRACOPOS, SALVADOR, MANAUS);
– Implementação dos PÓLOS PETROQUÍMICOS em São Paulo (Cubatão) e na Bahia (Camaçari);
– Investimentos na prospecção de petróleo no fundo do mar que resultaram na descoberta da bacia de Campos em 1976;
– Construção do PORTO DE ITAQUÍ e do terminal de minério da Ponta da Madeira, na Ilha de São Luís no Maranhão;
– Construção dos maiores estádios, ginásios, conjuntos aquáticos e complexos desportivos em diversas cidades e universidades do país;
– Promulgação do ‘Estatuto da Terra’, com o início da Reforma Agrária pacífica;
– Polícia Federal;
– Código Tributário Nacional;
– Código de Mineração;
– Implantação e desenvolvimento da Zona Franca de Manaus;
– IBDF – Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal;
– Conselho Nacional de Poluição Ambiental;
– Reforma do TCU;
– Estatuto do Magistério Superior;
– INDA – Instituto de Desenvolvimento Agrário;
– Criação do Banco Central (DEZ/64);
– SFH – Sistema Financeiro de Habitação;
– BNH – Banco Nacional de Habitação; (***).
– Construção de 4 milhões de moradias;
– Regulamentação do 13º. salário;
– Banco da Amazônia;
– SUDAM;
– Reforma Administrativa, Agrária, Bancária, Eleitoral, Habitacional, Política e Universitária;
– Ferrovia da soja;
– Rede Ferroviária ampliada de 3 mil e remodelada para 11 mil Km;
– Frota mercante de 1 para 4 milhões de TDW;
– Corredores de exportações de Vitória, Santos, Paranaguá e Rio Grande;
– Matrículas do ensino superior de 100 mil em 1964 para 1,3 milhões em 1981;
– Mais de 10 milhões de estudantes nas escolas (que eram realmente escolas);
– Estabelecimentos de assistência médico sanitária de 6 para 28 mil;
– Crédito Educativo;
– Projeto RONDON;
– MOBRAL;
– Abertura da Transamazônica com instalação de agrovilas;
– Asfaltamento da rodovia Belém-Brasília;
– Construção da usina hidrelétrica de Boa Esperança, no Rio Parnaíba;
– Construção da Ferrovia do Aço (de Belo Horizonte a Volta Redonda);
– Construção da PONTE RIO-NITERÓI;
– Construção da rodovia RIO-SANTOS (BR 101); e
– E o mais importante, impediram a implantação de uma ‘FARC’ no Brasil’.
Viva os militares de 1964, que levaram nosso país ao progresso e ao desenvolvimento, e nos livraram dos comunistas.

Alexandre Garcia

Alexandre Garcia Oficial

História e verdade

Desde que estou nas redes sociais, tenho aprendido muito com a crítica. Mas há dias uma certa Associação Nacional de História postou o seguinte: Lembrando Alexandre Garcia foi portavoz do ditador João Figueiredo(1974-1978) e acha que “estão ensinando história errada nas escolas”. Respondi: Obrigado por comprovar minha tese de História errada: o presidente 1974-1978 era Geisel. Não precisaria dizer mais nada. Envergonhados, apagaram o post.

Poderia continuar, perguntando a eles quem era o portavoz de Figueiredo. Se levassem História a sério veriam que se chamava Saïd Farhat, que foi demitido, entrando em seu lugar o embaixador Carlos Átila. Durante 18 meses fui literalmente o sub do sub, porque abaixo de Farhat, Ministro e portavoz, havia um secretário de imprensa e eu era subsecretário para a imprensa nacional. A raiva deles deve vir do seguinte: na edição de domingo, 17 de agosto de 1980, eu dei entrevista ao Correio do Povo, que era o jornal mais importante do Rio Grande do Sul, revelando que a sucessão de Figueiredo seria civil. O título da entrevista, com chamada na primeira página, foi O Sucesssor de Figueiredo será Civil. A revelação repercutiu no dia seguinte em todos os grandes jornais do país.

A raiva deles é que isso derruba no chão a tese de que foram eles que acabaram com o governo militar, por meio do movimento “diretas já”. Ora, esse movimento só apareceu quase três anos depois do meu anúncio de que a sucessão seria civil e dentro dos partidos políticos. Portanto, já estava tudo decidido. Não foi a pressão das ruas, mas a vontade do próprio regime. Depois de Figueiredo, foi eleito Tancredo Neves, aliás da mesma forma com que foram eleitos todos os presidente militares. Geisel ganhou de Ulysses, lembram? Figueiredo ganhou de Euler Bentes, do candidato do MDB.

Disseram que lutaram pela democracia. Com bombas, sequestros, assaltos, execuções. Fui assaltado no Banco do Brasil em Viamão, pela Vanguarda Armada Revolucionária, quando era estudante de jornalismo. Na luta armada, que durou menos de dez anos, morreram 364 ativistas, segundo o livro Dos Filhos Deste Solo, do Ministro de Direitos Humanos de Lula, Nilmário Miranda, ele próprio um dos que lutaram contra o governo. Somando-se aos que foram mortos pela esquerda armada, chega-se a um total inferior a 500 vítimas em 20 anos. Isso equivale a três dias de assassinatos no Brasil de hoje. Pelo que contam alguns professores, a verdade está anos-luz à frente da versão ideológica.

São dados para fazer voltar a realidade da História recente. Que os jovens talvez desconheçam, porque receberam informações mirabolantes de alguns professores. Os tais da postagem me chamaram de lambe-botas dos militares. Isso é impossível, porque eu teria que lamber meus próprios coturnos, pois felizmente cumpri o serviço militar obrigatório e tenho a honra de ser reservista do Exército Brasileiro, onde aprendi a aprofundar minha formação de casa, de amor à Pátria, honradez, disciplina, respeito aos outros, às leis e à ordem.