Francis Lauer

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CORONEL BRILHANTE USTRA, HERÓI DO BRASIL.

Via de regra, TUDO o que é dito a respeito da vida e feitos do coronelCarlos Alberto Brilhante Ustra é oriundo da narrativa da extrema-esquerda. Que o leitor utilize como parâmetro para medir a honestidade dessa narrativa a narrativa que essa mesmíssima extrema-esquerda faz do juiz SÉRGIO MORO, o qual odeiam de morte. Não está o Sérgio Moro sendo formalmente denunciado como – pasme! – torturador pelos mesmos que acusam o Cel. Brilhante Ustra? Sim, está. Não há partidários que dizem que esse juiz amado pelo povo brasileiro deve ser morto? Sim, há. Entre louvores à Lamarca, Marighella e Guevara, essa gente má, imoral e sem um pingo de amor ao próximo faz as piores acusações contra aqueles que de modo justo os combatem.

A verdade é que a esquerda brasileira fazia ataques sangrentos contra CIVIS de modo sistemático. O DOI-CODI foi a organização criada pelo governo civil-militar para proteger os brasileiros desses ataques, para combater e neutralizar a ação desses sanguinários que atacavam, sem dó, a população inocente. E foi um combate bem sucedido, gradualmente as guerrilhas rurais e urbanas foram sendo desmanteladas, com seus integrantes sendo mortos, fugindo ou desertando (desertores que geralmente eram assassinados pelos próprios companheiros nos infames justiçamentos).

Uma curiosidade pouco dita e ainda menos conhecida.

Você sabia que para financiar suas atividades criminosas a esquerda brasileira assaltou um hospital de caridade mantido por religiosos e que atendia os pobres? Em 29 de julho de 1970, militantes da esquerda brasileira assaltaram o Hospital da Ordem Terceira da Providência no Rio de Janeiro. Roubaram Cr$ 150.000.

Foi um ato conjunto do MR-8, MRT, VPR, ALN e PCBR.

Em 02 de setembro do mesmo ano, animados com o dinheiro fácil, fizeram um ataque terrorista a outro hospital que atendia pobres, a Casa de Saúde Dr. Eiras com o objetivo de roubar o dinheiro do pagamento dos funcionários. Assassinaram três trabalhadores. O crime desses trabalhadores? Ser seguranças do carro pagador. Alguma diferença para as ações dos grupos criminosos que atuam hoje nas ruas do Brasil? Nenhuma. Nesse ataque específico, um médico e um enfermeiro foram feridos com gravidade. Os bandidos embolsaram Cr$ 80.000. Parte do dinheiro foi utilizado para imprimir um jornal clandestino que fazia apologia à violência. Assassinaram três e feriram dois inocentes unicamente para imprimir um jornal! Essa é a esquerda brasileira!

No jornal financiado com aquele dinheiro roubado justificaram os assassinatos com uma crueldade satânica difícil de conceber, escreveram:
“(…) A imprensa da ditadura procurou explorar politicamente a morte dos guardas, apresentando-os como vítimas inocentes. No entanto, é preciso ficar bem claro que, consciente ou inconscientemente, naquele momento agiram como defensores dos exploradores e de seu governo, atacando os guerrilheiros. Por isso não foram poupados e nem o serão aqueles que tomarem a mesma atitude (…)” (Jornal Ação No. 2)

Era com tipos assim que o DOI-CODI e o Cel. Brilhante Ustra lidavam. Os assassinos não apenas culpam as vítimas, mas acusam meros guardinhas assalariados de “agentes da ditadura e do capitalismo” e ainda ameaçam assassinar toda e qualquer pessoa que eles percebam como um entrave às suas ações criminosas. Repito. Era com tipos assim que o DOI-CODI e o Cel. Brilhante Ustra lidavam.

Ponha-se o leitor no lugar dos três mortos e de suas famílias. Sim, esses pobres homens tinham famílias, famílias que ficaram órfãs.

Em ambas as ações, o assalto ao Hospital da Ordem Terceira e o assalto e atentado à Casa de Saúde, participou diretamente na ação a comunista Sônia Hipólito. Ela JAMAIS pagou pelo seus crimes, foi inclusive anistiada. E anistia no Brasil significa uma gorda quantia de dinheiro público dado a título de “indenização”. É uma recompensa pelo cometimento de crimes, atos de terror e assassinatos. Não apenas isso, essa senhora foi inclusive HOMENAGEADA no Blog oficial do Palácio do Planalto (aqui:http://bit.ly/1XEZyDB , veja também: http://bit.ly/1Vyesya ). E o então Ministro da Justiça, o bolivariano Eduardo Cardozo, hoje advogado da Dilma Rousseff, teceu sobre ela e suas comparsas as considerações mais elogiosas. Um escândalo! Para receber o dinheiro oficialmente roubado do povo brasileiro basta dizer que foi torturado(a) e exige-se como “prova” unicamente o testemunho de outros companheiros de ideologia. Ao passo que as vítimas da esquerda caíram no esquecimento. Quando alguém homenageia uma vítima do terror, ou faz um monumento simples em memória de um soldado à paisana que foi brutalmente assassinado pela esquerda que hoje governa o Brasil, ou mesmo a um herói que lutou contra o terror, o autor da justa homenagem é imediatamente tachado de fascista, defensor de torturadores, militarista, apologista da tortura, monstro.

Não é o que fazem com o Jair Messias Bolsonaro?

Esse processo perverso de difamação, aliás, é feito tanto pela esquerda quanto pelos jornalistas “isentos” na grande mídia. Um exemplo é a entrevista dada hoje (18-04) pelo Bolsonaro à Rádio Gaúcha. Ouça o áudio e veja a atuação militante dos entrevistadores, perceba a fúria e a afetação com que tratam a questão: http://bit.ly/1WbudJM . Há aí um padrão que é repetido em toda a parte. Atuam dessa forma canalha pois se guiam unicamente pela narrativa da extrema-esquerda e nunca tiveram interesse, disposição de pesquisar a verdade. São, na verdade, justiceiros morais. No passado, a esquerda assassinava tanto quanto podia seus opositores internos e externos, hoje o assassinato é moral, assassina-se a reputação daquele que desafia a narrativa da esquerda. Se o leitor voltar à citação do jornal Ação verá que a justificativa é a mesma.

Os dois casos de terror que citei são até suaves comparado a tudo o que a esquerda fez. São casos que pincei aleatoriamente, há casos bem piores. No atentado ao Aeroporto dos Guararapes a esquerda brasileira que hoje ataca o Sérgio Moro, o Jair Bolsonaro, que faz mensalões e petrolões e tem o cinismo de nos acusar de “golpistas”, largou uma mala-bomba no meio do saguão lotado de civis. Que o leitor busque informações mais detalhadas. O objetivo era assassinar duas ou três centenas de brasileiros. Não foi uma carnificina maior pois um sujeito abençoado, pensando se tratar de uma mala perdida, levou sem saber a bomba para uma lateral do aeroporto. A mesma explodiu, matando e ferindo muita gente, decepando pernas e mutilando pessoas inocentes, mas em um grau muito menor do que o inicialmente planejado. E mesmo assim foi terrível. Provavelmente o Atentado do Aeroporto dos Guararapes estaria entre um dos piores e mais sangrentos atentados da América Latina. Não o foi pois a Divina Providência protegeu aquela gente.

O mentor desse atentado, o “Padre” Alípio de Freitas, recebeu do Lula “indenização” (leia-se: recompensa por crimes prestados) no valor obsceno de R$ 1 milhão. Dinheiro nosso dado a um bandido. Não é o único caso, leia outros casos aqui: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/1037146.

Em termos reais, sendo honesto, pesquisando os fatos reais, superando a narrativa desonesta e doentia da extrema-esquerda não há nada de condenável na homenagem justa feita pelo Jair Messias Bolsonaro ao Coronel Ustra, muito pelo contrário, a homenagem é tardia. O governo civil-militar teve diante de si inimigos diabólicos que não se furtavam de fazer guerra suja e guerra assimétrica (que o leitor pesquise para compreender esses conceitos) contra o governo mas, sobretudo, contra os brasileiros. As bestas-feras da esquerda brasileira TINHAM que ser combatidas com muita dureza da mesma forma que deveria ser combatido o narcotráfico e o crime, hoje, no Brasil. Combate que não ocorre, pois há no poder a esquerda sócia dos bandidos narcotraficantes e há a atuação da esquerda cultural e política como diabo padroeiro e protetor da bandidagem.

À época, agências como o DOI-CODI e agentes como o Cel. Brilhante Ustra realizaram esse combate necessário com o mínimo derramamento de sangue. Prova disso é o número e o perfil das pessoas que foram mortas por cada lado. Os mortos pela repressão à guerrilha e ao terror eram – via de regra- militantes radicais, combatentes de arma em punho. Muito excepcionalmente inocentes foram atingidos. As pessoas que a esquerda assassinou consiste de CIVIS DESARMADOS (trabalhadores, empregadas domésticas, funcionários, motoristas, taxistas, aposentados, transeuntes azarados), militares à paisana ou fora de situação de combate (como o vigia Mário Kosel Filho, 18 anos, recruta, estraçalhado por um carro-bomba na porta do quartel), militares no estrito cumprimento do dever, diplomatas, empresários, estrangeiros, políticos, etc.

(Há uma aspecto curioso aqui. Parte das mortes atribuídas pela narrativa da extrema-esquerda ao governo civil-militar foram justiçamentos internos e/ou rixas dentro e entre os grupos revolucionários. Quando havia a desconfiança, fundamentada ou não, que algum militante estava colaborando com o governo, a regra era montar um tribunal revolucionário e fazer um julgamento de exceção, as vezes com o acusado presente e em outras à revelia do mesmo. Se culpado, os próprios colegas de militância o assassinavam. A narrativa da esquerda brasileira, desonesta que é, atribui essas mortes e esses desaparecimentos ao governo.)

Como teria sido (e seria hoje) o Brasil sem a ação de homens como o Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra e organizações como o DOI-CODI?

Para compreender o que ocorre numa sociedade onde grupos terroristas-marxistas agem sem combate e repressão efetiva deve-se estudar a história recente do Peru. A liberdade de atuação de grupos marxistas, esquerdistas ortodoxos num país leva ao fortalecimento e intensificação do terror revolucionário. No Peru, o Sendero Luminoso assassinou de maneira cruel e covarde mais de 25.000 cidadãos peruanos, além de mergulhar o país numa situação caótica e calamitosa, pois faziam ataques sistemáticos à frágil infraestrutura do país. Não era raro o país inteiro, a capital inclusive, ficar às escuras. Houve casos onde todos os habitantes de vilarejos afastados foram chacinados pelo grupo. A falta de paz e os atentados paralisaram a economia, arremessando os peruanos todos, especialmente os mais pobres, para a miséria.

A sociedade peruana só se salvou desse grupo diabólico mediante repressão e combate intensivo, pelo fortalecimento das leis anti-terroristas (que no caso específico do Peru exigiu um “auto-golpe”, dado que os grupos terroristas tinham representantes no parlamento que impediam as reformas necessárias) e pela organização no Peru do equivalente ao DOI-CODI brasileiro. Por muito pouco, por um triz, o Sendero Luminoso, o segundo maior movimento revolucionário da América Latina, partidário de uma ideologia genocida (comunismo), não conseguiu tomar o poder e iniciar um governo democida. A eleição do Alberto Fujimori e sua disposição para fazer o que deveria ser feito é que salvou o Peru e os peruanos. Isso poderia ter sido evitado se houvesse ocorrido a repressão enquanto esses grupos estavam no seu início, tal como foi feito no Brasil.

(Graças a esse sucesso, Fujimori é odiado visceralmente pelas esquerdas no mundo que tece todo o tipo de acusações sobre ele da mesma maneira que fizeram no Brasil com o coronel Ustra, com os generais-presidentes e, hoje, com o Bolsonaro.)

A Colômbia também é um exemplo do que ocorre quando grupos de esquerda atuam livremente. Houve um período em que METADE do território colombiano esteve sob jugo marxista-revolucionário. O petismo e os petistas JAMAIS tiveram pudor de incentivar e se solidarizar com esses movimentos.

O Jair Messias Bolsonaro, ao homenagear num momento importantíssimo e único* um dos homens que nos livrou do pesadelo do comunismo, mais uma vez mostrou que é um homem de coragem indômita, de convicções, com amor à verdade e disposição de proferi-la independente do preço que recaia sobre quem a professe. Além disso, o Bolsonaro criou uma situação, uma cabeça-de-ponte, uma oportunidade que permite a RESTAURAÇÃO DA VERDADE HISTÓRICA e a destruição da narrativa criminosa construída pela esquerda brasileira que, no passado, nos assassinou, e que, hoje, rouba o nosso presente e nosso futuro com mensalões e petrolões. (O ataque histérico e violento do Jean Willys a ponto de jogar no lixo seu mandato é exemplo do quão profundamente o Bolsonaro golpeou a esquerda.)

O professor e escritor Rafael Falcón disse bem:
“Graças a Jair Bolsonaro, está todo mundo falando do Coronel Ustra: foi-se o tabu.”

Ou como resumiu Sávio Mota:
“Discutir o Coronel Ustra é mais importante que discutir o impeachment da Dilma. A Dilma só chegou lá porque não discutimos o Coronel Ustra antes.”

===

A respeito da acusação de Sérgio Moro como TORTURADOR; Essa acusação é feita a sério pela esquerda brasileira:
“Tortura Nunca Mais e OAB Denunciam Juiz Sérgio Moro”
http://www.marcusvinicius.blog.br/…/tortura-nunca-mais-e-o…/

*momento único, pois todas as grandes emissoras de rádio e televisão estavam transmitindo para todo o território nacional em pleno domingo, e uma porção gigantesca da população estava a assistir o que diziam os deputados. O voto do Bolsonaro era um dos mais esperados e ele o utilizou (assim como fizeram todos os deputados conservadores) para proclamar a verdade indo bem além de um simples voto.

=== SUGESTÃO ===

O documentário “Magadan – O Parque de Diversões do Diabo” mostra o quão monstruosa é a ideologia da Dilma Rousseff e o quão cínicas são as queixas da esquerda brasileira a respeito do governo civil-militar. Nada no universo torturou e assassinou tanto quanto o comunismo.

Link para a primeira parte: http://bit.ly/magadan01
Link para a segunda parte: http://bit.ly/magadan02

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